- Desgraça amorosa -
Quando, na tua ingenuidade
a mim teu peito encostas,
pergunto-me se é da idade
ou se é de mim que gostas.
Interrogação que dura pouco,
pois com a mesma graça
te pões ao colo de outro
e este aqui te abraça.
Quem tão à vontade assim
dispensa beijos e atenção,
não repara só em mim
(e só noutro também não).
(...)
Que bom viver o teu,
pois não sabes o sabor
(tão bem o conheço eu!)
das desgraças do amor...
(...)
Nunca beijas com amor,
somente amizade dedicada;
não idealizas com calor,
jamais foste apaixonada!
Agénio Inepto
(algures na adolescência latente)
Quando, na tua ingenuidade
a mim teu peito encostas,
pergunto-me se é da idade
ou se é de mim que gostas.
Interrogação que dura pouco,
pois com a mesma graça
te pões ao colo de outro
e este aqui te abraça.
Quem tão à vontade assim
dispensa beijos e atenção,
não repara só em mim
(e só noutro também não).
(...)
Que bom viver o teu,
pois não sabes o sabor
(tão bem o conheço eu!)
das desgraças do amor...
(...)
Nunca beijas com amor,
somente amizade dedicada;
não idealizas com calor,
jamais foste apaixonada!
Agénio Inepto
(algures na adolescência latente)

Sem comentários:
Enviar um comentário