terça-feira, 16 de dezembro de 2008

- Álcool -

Que noite!
Que me escurece a alma...
que enche
de névoas o meu vaguear,
me adormece
em pesadelos...
(ou delírios?)
(...)
E que terrível despertar,
que me atordoa
a vontade...
mil zumbidos
persistentes,
que apagam meu sentir...
Castigo
do espírito,
pelos abusos do corpo...
(...)
nasce-me o sol
da consciência,
mas
continuo
noite...

Agénio Inepto
(algures na adolescência latente)

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